Com apenas 23 anos, Bea González já é uma das vozes mais respeitadas do padel feminino internacionalEm meio à sua luta para consolidar seu lugar entre as melhores do mundo, a jogadora andaluza encara o fim da temporada com clareza e ambição. Presente no Pares Mundiais do KuwaitEla falou ao jornal Marca sobre um ano marcado por lesões, a busca por consistência e a estabilidade de sua parceria com Claudia FernandezUma maturidade rara para uma atleta que, apesar da pouca idade, abraça completamente seu papel como modelo em um circuito feminino em constante evolução.
Bea González: já é uma veterana
A temporada de 2025 nem sempre foi fácil para Bea González e sua parceira Claudia Fernández. A dupla espanhola, frequentemente prejudicada por lesões, está gradualmente recuperando a forma à medida que o ano se aproxima do fim. "Tivemos alguns problemas físicos, às vezes eu, às vezes a Claudia. Por precaução, decidimos não participar dos torneios NewGiza e Rotterdam. Mas agora, está tudo bem e estamos felizes por estarmos de volta", afirma a jogadora do Málaga.
Apesar dessas interrupções, Bea tem um histórico sólido: "Acho que estamos tendo uma temporada muito boa. Fomos competitivas em todos os torneios. O que ainda precisamos fazer é ter um bom desempenho nos grandes eventos, como os Majors, onde perdemos um pouco cedo demais."
Para um dos campeões mais jovens do circuito, a chave para o sucesso reside em... regularidade "É muito difícil se manter no topo durante toda a temporada. Quem consegue é o número 1. Precisamos ser mais consistentes."
Após uma ligeira queda de rendimento em Madrid, a jogadora do Málaga preferiu relativizar a situação: "Perdemos para a Marta e a Tamara, que foram melhores do que nós. É o desporto, às vezes acontece o contrário."
Uma jogadora fiel aos seus valores.
Em um circuito onde as trocas de parceiros são frequentes, Bea González se destaca como uma exceção. Com Claudia Fernández, ela está comprometida com um projeto de longo prazo: "Gosto de projetos de médio ou longo prazo. Formar uma parceria sólida não acontece da noite para o dia. É como um relacionamento: leva tempo para se conhecer, se adaptar e progredir juntos."
E embora muitos casais terminem a cada temporada, Bea prefere se concentrar no... estabilidade "Por agora, estamos focados no final da temporada. Falaremos sobre o futuro no final do ano."
"Sinto-me como um veterano aos 23 anos."
A declaração é engraçada, mas resume perfeitamente o estado de espírito de Bea González. Dez anos de experiência no mais alto nível, uma determinação inabalável e uma rara capacidade de lidar com a pressão: "Sinto-me uma veterana aos 23 anos. É engraçado, mas sinto como se estivesse jogando há 25 anos. Comecei aos 14; não conheço outra vida."
Sua abordagem ao esporte é marcada pela maturidade: "Sou exigente, gosto de dar 100%, mas aprendi a relativizar as coisas. Quanto mais rápido você supera uma derrota, mais rápido você melhora. Se uma derrota não te machuca, então você não nasceu para este esporte."
Uma ambição ponderada, mas inabalável.
Além dos resultados, Bea busca principalmente um equilíbrio entre prazer e desempenho“Sou muito feliz dentro e fora das quadras. E é isso que me permite ter um bom desempenho”, explica. Consciente dos sacrifícios envolvidos na competição, ela mantém uma filosofia simples: “Compito desde os 14 anos; não sei fazer outra coisa. Às vezes é cansativo, mas quando olhamos para trás, somos muito sortudos por podermos ganhar a vida com a nossa paixão.”
Franck Binisti descobriu o padel no Club des Pyramides em 2009 na região de Paris. Desde então, o padel faz parte da sua vida. Você costuma vê-lo viajando pela França para cobrir os principais eventos franceses de padel.
























































































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